quinta-feira, maio 31, 2007
terça-feira, maio 29, 2007
subtis ironias
a diversidade musical com que nos deparamos ao viajar na linha azul do metro de lisboa está a enriquecer. depois do "continuarei a agradecer uma esmola" que faz ritmos fora de série com a sua bengala, hoje, no metro, o acordionista-pedinte-romeno-com-o-papel-que-tem-filhos-para-alimentar tocava esta:
a linha azul tá a ficar melancólica.
"Over the Rainbow" music by Harold Arlen and lyrics by E.Y. Harburg, is one of the most famous songs of all time. For many, the song epitomizes the hopes and dreams of youthful aspiration for an ideal world of love and joy. The song was written to showcase Judy Garland's talents in the star vehicle The Wizard of Oz, and it became her lifelong theme song. She would forever be called upon to sing it in all her public appearances.
The song's plaintive melody and simple lyrics depict a pre-adolescent girl's desire to escape from the "hopeless jumble" of this world, from the sadness of raindrops to the bright new world "over the rainbow." It expresses the childlike faith that "Heaven" will magically "open a door" to a place where "troubles melt like lemon-drops".
The song tops the "Songs of the Century" list compiled by the Recording Industry Association of America and the National Endowment for the Arts. It also topped the American Film Institute's "100 Years, 100 Songs" list.
Along with Irving Berlin's "White Christmas", the song was adopted by the American troops in Europe in World War II as a symbol of the United States, the faraway land that, after long years of war, seemed like a dream beyond the rainbow. Modern listeners may be unaware that the song had an introductory stanza, as this was not sung in the film by Garland.
The song has come to epitomize the gesture of the rising octave, which makes its opening so distinctive. Sight-singing instructors and other musicians use the song as an example and a reference point for hearing the interval."
a linha azul tá a ficar melancólica.
"Over the Rainbow" music by Harold Arlen and lyrics by E.Y. Harburg, is one of the most famous songs of all time. For many, the song epitomizes the hopes and dreams of youthful aspiration for an ideal world of love and joy. The song was written to showcase Judy Garland's talents in the star vehicle The Wizard of Oz, and it became her lifelong theme song. She would forever be called upon to sing it in all her public appearances.
The song's plaintive melody and simple lyrics depict a pre-adolescent girl's desire to escape from the "hopeless jumble" of this world, from the sadness of raindrops to the bright new world "over the rainbow." It expresses the childlike faith that "Heaven" will magically "open a door" to a place where "troubles melt like lemon-drops".
The song tops the "Songs of the Century" list compiled by the Recording Industry Association of America and the National Endowment for the Arts. It also topped the American Film Institute's "100 Years, 100 Songs" list.
Along with Irving Berlin's "White Christmas", the song was adopted by the American troops in Europe in World War II as a symbol of the United States, the faraway land that, after long years of war, seemed like a dream beyond the rainbow. Modern listeners may be unaware that the song had an introductory stanza, as this was not sung in the film by Garland.
The song has come to epitomize the gesture of the rising octave, which makes its opening so distinctive. Sight-singing instructors and other musicians use the song as an example and a reference point for hearing the interval."
da wikipedia
quinta-feira, maio 24, 2007
facto inútil do dia
tava ali com com a televisão ligada e começa uma oscultação à opinião dos portuenses sobre a nova série da floribela.
corro para a frente da tv.
se há coisa que gosto é ouvir portuenses a ouvir falar da floribela.
e eis que, há uma senhora que deixa a seguinte resposta, questionada sobre o facto de a floribela ter um animal na nova série:
"acho bem, meterem um animal na novela acho bem
que é para acabarem com o racismo que há entre as pessoas e os animais"
eu sabia. eu sabia que ia valer a pena.
corro para a frente da tv.
se há coisa que gosto é ouvir portuenses a ouvir falar da floribela.
e eis que, há uma senhora que deixa a seguinte resposta, questionada sobre o facto de a floribela ter um animal na nova série:
"acho bem, meterem um animal na novela acho bem
que é para acabarem com o racismo que há entre as pessoas e os animais"
eu sabia. eu sabia que ia valer a pena.
sexta-feira, maio 18, 2007
Paisagens Urbanas
Vista aérea de Malmo, Suécia
foto retirada de http://forum.skyscraperpage.com/showthread.php?t=131377
domingo, maio 13, 2007
quinta-feira, maio 10, 2007
segunda-feira, maio 07, 2007
.
quarta-feira, maio 02, 2007
Onde está o Wally? ou o burlesco na notícia.
| LÍLIA BERNARDES FILIPE XAVIER (imagem) | |
| Era só mais uma corrida às inaugurações. Mas, no final da tarde de ontem, a PSP teve de intervir durante o discurso de Alberto João Jardim no nó que liga a via rápida ao Bairro da Nazaré. Baltazar Aguiar, candidato do PND, não admitiu que Jardim se referisse à sua família. Em alto e bom som, interrompeu o discurso oficial e chamou "mentiroso" a Jardim. A multidão exaltou-se e os agentes da polícia tiveram de fazer segurança aos homens da Nova Democracia. A manhã correra bem a Alberto João Jardim. No Seixal, num acto benzido pelo padre da freguesia, abrira as portas da nova junta e piscinas, com foguetes e buffet oferecido à população pela construtora. Chegados à segunda inauguração, centenas de pessoas enchem os passeios. No meio da multidão os candidatos do PND, mais o actor que interpreta Manuel do Bexiga, aquecem os ânimos. Jardim finge que nada se passa, mas as "bocas" lançadas pela personagem não deixam dúvidas. Uma jovem ameaça "aquelas bestas com uma porrada" e, de imediato, passa à agressão. A polícia intervém. Já no palco, Jardim, na qualidade de presidente do governo demissionário, decide homenagear aqueles que "foram enxovalhados por alguns que, na Madeira, ganharam fortunas à custa dos trabalhadores madeirenses". Lembrou os homens que "plantaram a cana-de-acúçar e que a entregavam no engenho do Hinton, deitados no muro da ribeira, com a ba- lança que era do patrão e que pagava o que queria". Nesta altura percebe-se que o discurso vai azedar. Um dos elementos da PND presente na inauguração, Jorge Welsh, é herdeiro dos Hinton. Mas o pior estava para vir quando Jardim se dirige "aos colonos do Baltazar que não remiam a terra", sendo preciso "ir para tribunal para que a terra fosse entregue" a quem a trabalhava. "Evoco todos esses trabalhadores humilhados e ofendidos por famílias que deviam ter vergonha do passado e ter honra na Madeira Nova." De repente, uma voz saída da multidão grita: "Mentiroso, mentiroso. Você é um mentiroso", sobrepondo-se às palavras de Jardim. É Baltazar Aguiar, candidato do PND, cunhado de Manuel Monteiro e filho do primeiro líder do CDS/ /PP regional, o advogado Baltazar Aguiar, que não admite a referência de Jardim à sua família. A confusão instala-se. Baltazar continua. Jardim mal consegue acabar o discurso. A PSP cerca os homens do PND. Ao mesmo tempo, Baltazar diz que Jardim "está a insultar milhões de madeirenses", pois na ilha, "incluindo na família dele [Jardim], houve colonos e senhorios". "A minha família foi colona e senhoria. É uma vergonha que este senhor, 30 anos depois de Abril, venha virar o povo contra o povo. E que a cinco dias das eleições se façam inaugurações eleiçoeiras para insultar as pessoas." Um homem de cadeira de rodas eléctrica, com uma criança ao colo, tenta atropelar o orador. A polícia mete-se a meio. Jardim está afastado. Diz que não se apercebeu de nada. Segue para a terceira inauguração, a de uma ETAR no Caniçal. Depois, mete-se num avião para Porto Santo. Deixa de ser presidente do governo para ser líder do PSD no comício da noite. | |
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