ou sobre a arrogância de impor um modo de vida e negar a humanidade na sua existência multi-dimensional. A abordagem ao ser humano enquanto entidade com necessidade de saber, cultura e pouco, muito pouco de dinheiro. a questão de estar escrito no direito enquanto coisa constitucional só serve como cautela burocrática. o infeliz imperativo de ter de se escrever o aparentemente óbvio mas que mesmo assim nunca praticado.
terça-feira, fevereiro 19, 2013
O histórico julgamento do Pirate bay
ou sobre a arrogância de impor um modo de vida e negar a humanidade na sua existência multi-dimensional. A abordagem ao ser humano enquanto entidade com necessidade de saber, cultura e pouco, muito pouco de dinheiro. a questão de estar escrito no direito enquanto coisa constitucional só serve como cautela burocrática. o infeliz imperativo de ter de se escrever o aparentemente óbvio mas que mesmo assim nunca praticado.
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sábado, fevereiro 09, 2013
Leonard Cohen
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segunda-feira, janeiro 07, 2013
domingo, outubro 14, 2012
Moscovo não acredita em lágrima
Moscow does not believe in tears, 1979
Realizador : Vladimir Menshov
Filme russo filmado na Moscovo do fim dos anos 70, apresenta-nos a história de três jovens russas, chegadas à capital da grande URSS que têm como meta arranjar um bom casamento. Nesta busca somos confrontados com as peripécias das suas investidas românticas, uma boa oportunidade para visitar um estilo de vida comunista que, por oposição ao american way of life , não é alvo de tanta exposição. Num período da história de revolução sexual, os papeis de género são um dos temas mais presentes assim como a própria natureza humana e suas fraquezas e necessidades. Sempre resistindo ao choro, afinal, Moscovo não acredita em lágrimas.
Александра - Москва слезам не верит
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domingo, setembro 09, 2012
sexta-feira, agosto 31, 2012
sexta-feira, maio 25, 2012
sexta-feira, maio 18, 2012
quinta-feira, julho 28, 2011
domingo, novembro 15, 2009
domingo, outubro 11, 2009
sábado, outubro 03, 2009
Comecei a fazer exercício.
Tenho uns calções. Comprei umas sapatilhas de correr, bastante aerodinâmicas e tecnológicas. Soneguei um livro da biblioteca que se intitula "Jogging, correr para manter a forma" dos anos 70 com pessoas sorrindo na capa enquanto correm numa floresta.
Na secção "desculpas para não correr" encontro na 6º posição a desculpa: "Aborreço-me a correr".
A temática é desenvolvida com o trecho que transcrevo:
"(....) Pode conversar com outras pessoas enquanto corre (é muito mais estimulante que conversar enquanto se toma um copo). Pode resolver problemas, por exemplo, como é que vai arrumar o vinho na adega na estação seguinte, ou inventar uma receita de cozinha, ou ainda pensar como é que vai resolver os seus problemas com os seus velhos (ou com o seu velho)."
sim é isso. Está encontrada a solução. A maneira como vamos colocar as garrafas na adega, pensar em combinações de receitas culinárias estranhas, e acima de tudo, resolver os problemas com os nossos velhos.
Bem hajas manualzinho da corrida.
Tenho uns calções. Comprei umas sapatilhas de correr, bastante aerodinâmicas e tecnológicas. Soneguei um livro da biblioteca que se intitula "Jogging, correr para manter a forma" dos anos 70 com pessoas sorrindo na capa enquanto correm numa floresta.
Na secção "desculpas para não correr" encontro na 6º posição a desculpa: "Aborreço-me a correr".
A temática é desenvolvida com o trecho que transcrevo:
"(....) Pode conversar com outras pessoas enquanto corre (é muito mais estimulante que conversar enquanto se toma um copo). Pode resolver problemas, por exemplo, como é que vai arrumar o vinho na adega na estação seguinte, ou inventar uma receita de cozinha, ou ainda pensar como é que vai resolver os seus problemas com os seus velhos (ou com o seu velho)."
sim é isso. Está encontrada a solução. A maneira como vamos colocar as garrafas na adega, pensar em combinações de receitas culinárias estranhas, e acima de tudo, resolver os problemas com os nossos velhos.
Bem hajas manualzinho da corrida.
quinta-feira, julho 09, 2009
sexta-feira, julho 03, 2009
Mathematician Cracks Mystery Beatles Chord
ScienceDaily (Oct. 31, 2008) — It’s the most famous chord in rock 'n' roll, an instantly recognizable twang rolling through the open strings on George Harrison’s 12-string Rickenbacker. It evokes a Pavlovian response from music fans as they sing along to the refrain that follows:
It’s been a hard day’s night
And I’ve been working like a dog
The opening chord to A Hard Day’s Night is also famous because for 40 years, no one quite knew exactly what chord Harrison was playing. Musicians, scholars and amateur guitar players alike had all come up with their own theories, but it took a Dalhousie mathematician to figure out the exact formula.
“I started playing guitar because I heard a Beatles record—that was it for my piano lessons,” says Jason Brown of Dalhousie’s Department of Mathematics and Statistics with a good laugh. “I had tried to play the first chord of the song many takes over the years. It sounds outlandish that someone could create a mystery around a chord from a time where artists used such simple recording techniques. It’s quite remarkable.”
Four years ago, inspired by reading news coverage about the song’s 40th anniversary, Dr. Brown decided to try and see if he could apply a mathematical calculation known as Fourier transform to solve the Beatles’ riddle. The process allowed him to decompose the sound into its original frequencies using computer software and parse out which notes were on the record.
It worked, up until a point: the frequencies he found didn’t match the known instrumentation on the song. “George played a 12-string Rickenbacker, Lennon had his six string, Paul had his bass…none of them quite fit what I found,” he explains. “Then the solution hit me: it wasn’t just those instruments. There was a piano in there as well, and that accounted for the problematic frequencies.”
Dr. Brown deduces that another George—George Martin, the Beatles producer—also played on the chord, adding a piano chord that included an F note impossible to play with the other notes on the guitar. The resulting chord was completely different than anything found in the literature about the song to date, which is one reason why Dr. Brown’s findings garnered international attention. He laughs that he may be the only mathematician ever to be published in Guitar Player magazine.
“Music and math are not really that far apart,” he says. “They’ve found that children that listen to music do better at math, because math and music both use the brain in similar ways. The best music is analytical and pattern-filled and mathematics has a lot of aesthetics to it. They complement each other well.”
(fonte: http://www.sciencedaily.com/releases/2008/10/081030201607.htm)
domingo, junho 28, 2009
As novas partilhas
uma apresentação de Lawrence Lessig, o criador das creative commons, sobre como os novos consumos e criações culturais evoluiram e como se devem relacionar para um futuro de convivência possível. As potencialidades da Web 2.0, as novas formas de cooperação e o modo como as grandes empresas online usam o melhor dos dois mundos: a utilização da plataforma para fins comerciais e a rede de utilizadores massiva para cooperação e melhoramento das suas próprias plataformas e produtos, numa lógica que com o tempo terá transformado o utilizador de criador activo para consumidor activo.
Com expansão da partilha e as novas formas de criação (e re-criação) em choque com o rígido sistema legal, Lessig sugere-nos que é a lei este que se tem de adaptar aos novos comportamentos e consumos, e não o contrário.
Com expansão da partilha e as novas formas de criação (e re-criação) em choque com o rígido sistema legal, Lessig sugere-nos que é a lei este que se tem de adaptar aos novos comportamentos e consumos, e não o contrário.
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sábado, junho 27, 2009
coisas que se ouvem no escritório #2
Data: dia seguinte à morte do michael jackson.
falhando espectacularmente a tentativa de humor negro, o gajo da informática calcorreia o escritório, cantarolando com guinchos em falsete "houu...like a virgin...houu".
falhando espectacularmente a tentativa de humor negro, o gajo da informática calcorreia o escritório, cantarolando com guinchos em falsete "houu...like a virgin...houu".
coisas que se ouvem no escritório #1
irrompendo o silêncio diz-me o colega da frente:
"...sabes que às vezes os cães ficam presos..." acompanhado de gestos a ilustrar a belíssima imagem.
tento dizer algo à altura. amparar aquela frase. ser solidário na desgraça. não é possível. tento uma expressão facial de alguma surpresa e curiosidade. falho redondamente: sai-me o esgar de comida estragada na boca.
ficam a imagem dos cães em cima daquela mesa durante um bom bocado, como que a flutuar.
de seguida, a impressora toda mijada. imagens a cheirarem-me as calças.
não é possivel afastar tais canídeos verbais.
segue-se novo longo silêncio.
"...sabes que às vezes os cães ficam presos..." acompanhado de gestos a ilustrar a belíssima imagem.
tento dizer algo à altura. amparar aquela frase. ser solidário na desgraça. não é possível. tento uma expressão facial de alguma surpresa e curiosidade. falho redondamente: sai-me o esgar de comida estragada na boca.
ficam a imagem dos cães em cima daquela mesa durante um bom bocado, como que a flutuar.
de seguida, a impressora toda mijada. imagens a cheirarem-me as calças.
não é possivel afastar tais canídeos verbais.
segue-se novo longo silêncio.
sábado, junho 20, 2009
quinta-feira, junho 18, 2009
a última revolução.
a última revolução fez-se lenta.
como todas as grandes estórias de amor, demorou.
a última revolução veio sob a forma de canção.
nasceu na soberba e cresceu incompleta, desesperada, esperada.
trago-a comigo.
a última revolução veio sob a forma de canção
num pedaço de arame farpado à volta do coração.
dos confins desse beco escuro trago-a hoje
amparada em fantoches de celofane que, ao meu lado,
fazem a armada de quem vai recolhendo os corpos,
os farrapos, os restos, das batalhas tremidas,
dos empates, das derrotas e das vitórias.
a última revolução não se faz nem se fez.
a última revolução cabe num bilhete de comboio.
aperta-me os atacadores. e vamos.
como todas as grandes estórias de amor, demorou.
a última revolução veio sob a forma de canção.
nasceu na soberba e cresceu incompleta, desesperada, esperada.
trago-a comigo.
a última revolução veio sob a forma de canção
num pedaço de arame farpado à volta do coração.
dos confins desse beco escuro trago-a hoje
amparada em fantoches de celofane que, ao meu lado,
fazem a armada de quem vai recolhendo os corpos,
os farrapos, os restos, das batalhas tremidas,
dos empates, das derrotas e das vitórias.
a última revolução não se faz nem se fez.
a última revolução cabe num bilhete de comboio.
aperta-me os atacadores. e vamos.
quarta-feira, junho 03, 2009
as coisas mais deprimentes do mundo - TOP 10
mais deprimente que a viagem de finalistas do secundário...
o que pode ser?
dito deste modo, a lista de possibilidades minga para níveis que tendem para o infinitvamente pequeno.
no entanto...existe:
a noite de gala dos finalistas do secundário!!
(sim, existe, ouvido em 2ºaudição no 750)
o que pode ser?
dito deste modo, a lista de possibilidades minga para níveis que tendem para o infinitvamente pequeno.
no entanto...existe:
a noite de gala dos finalistas do secundário!!
(sim, existe, ouvido em 2ºaudição no 750)
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